sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Patre Primordium Para iPhone



Quem me conhece, sabe, eu não sou grande entusiasta dos quadrinhos nacionais, acho que tem muita gente que faz muita merda e fica punhetando em cima, pagando de artista incompreendido e solitário. Mas não tenho a menor cerimônia de tirar o chapéu e reconhecer quando alguém faz um trabalho de primeira linha.

É o caso da dupla Ana Recalde e Fred Hildebrand, criadores da Patre Primordium. A roteirista e o desenhista têm se empenhado ( e eu vejo a Aninha correndo feito #alocka) para manter um material de qualidade, com periodicidade numa indústria que nem sempre prima por isso.

A edição #1 foi lançada no AnimeFriends desse ano, com direito a foto da primeira venda! GO, PATRE, GO! E agora, pouco tempo depois recebo a notícia que a Patre ganhou um app todo lindo e especial para leitura em iPhone, pela Gol Mobile. Então ficou super fácil pra você ter suas edições atualizadas na mão com som e sem cortes de quadro.

Ué, tem som? Tem, pô, falei que o negócio era firmeza! Com direito a sonoplastia desenvolvida pela Double Sound e com as vozes de Fernanda Fernandes, Flávia Saddy, Sérgio Fortuna, Sarah Souza e Mckeidy Lisita.

Segue vídeo SUPER bacana com a Aninha babando no filhote e um preview do aplicativo:

Curtiu? Então aproveita pra conhecer mais sobre a Patre Primordium e seus criadores no site e no blog.

4 Comentários:

Amando disse...

Acompanho essa galera há um bom tempo. Sucesso! Vocês merecem!!

Zè da Fiel disse...

Eu sou entusiasta do quadrinho nacional, talvez por que eu mesmo tentei publicar algumas coisas, comecei a gostar de hq nacioanl de herois com a galera que produzia e editava "pau brazil" comprava sempre que eles lançavam algo novo oque è conflitante, pois tudo que os cara lançavam era uma copia descarada do estilo marvel. Algumas coisas me envergonhavam como algumas historias que tinham um "grupo secreto de super agentes à serviço do governo brasileiros" "ou um experimento durante a ditadura militar que transformaou um homem comum no proximo passo evolutivo" e o pior comprei todas bobagens psedo-mangas publicados e pensar que eu comprei akira desde o começo e lobo solitario da Cedibra estava ali comprando aquelas bobagens chupadas de Dragon balls ai desisti.

Dei uma olhada na preview logo que tu pos o banner no teu site, dei uma olhada mas não me animei o suficiente pra comprar, tem umas partes muito parecido com Dethnote e o semi hentai da witchblade...esperarei ver um preview com cenas de açào ou a idicação de algum amigo

Ana Recalde disse...

@Zé, jura que vc achou parecido com Death Note? Nossa, que.. legal, eu acho. Tipo, eu gosto de Death Note bastante, mas o roteiro não tem muito a ver. O Death Note é policial, e a Patre está bem mais pra fantasia e ficção científica que pra investigação e tal. Talvez seja um pouco do desenho. E quanto a Wichtblade?! Nooooosssa, mas tipo, nem aparece nada demais!! Aliás, isso é uma coisa que reclamam muito da Patre (não ter a Amanda mais "exposta" :P).

Não temos nem insunuação sexual de nenhum tipo. Na sexta edição que vai ter UMA cena de sexo, mas é a única planejada pra série toda, e wichblade é bem mais agressivo.

Olha, se vc quiser dar uma lida na revista o scan está disponível tanto no Anarquia Nerd quanto no Vertigem. Assim vc sente o ritmo da história.

Beijos e obrigada a @jenny_taylor pelo post!! XD

Zè da Fiel(eu não li o final do ethora) disse...

Ana, eu falei no sentido de ter um poder mistico a espreita do escolhido que não conhece o proprio destino escondido de si mesmo e do mundo por seus familiares.

A arte è muito boa, quando eu comprava TUDO oque se podia imaginar de quadrinhos eu tentava ver como era o desenho primeiro se me agradasse eu comprava, tinha dezenas de mine-series de textos horriveis e bons desenhos mas agora prefiro um bom texto. Gosto de roteiros com dialgos espirituosos ao estilo de Garth Ennis, Grant Morrison, Neil Gaiman e Howard Chaykrin que fazem textos acidos cheios de otimas sacadas e frases de efeitos.

Gosto de mangas dos atuais mangakas gostei de mais do Hiroaki Sakamura, Eiji Yoshiakawa e da Kyo Hatsuki pela maneira que o roteiro se desenvolve poeticamente e "desemboca" em um momento filosofico e o principal os dialogos parecem humanos. E NÃO estou criticando ou dizendo que falta isso no "patrium" evidetemente pelo pouco que li, apenas umas três ou quatro paginas que tavam linkados apartir do banner eu fiz uma analise superficial

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